Trama

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Trama

Mensagem por Magic em Sex Nov 04, 2011 9:08 pm




»A Trama Completa}

Prologo


Hogwarts, 22 de Setembro de 2003 de Madrugada.


Sybill Trelawney caminhava apressadamente para o gabinete do Director, depois de ter treinado ela agora conseguia escrever num papel as profecias que ia tendo. Esta noite havia tido uma. Uma que poderia voltar a mudar todo o mundo Bruxo e Muggle. O Regresso do Lord Voldemort.
- Lucem – Disse ela para a gárgula, entrando logo de seguida.
O Gabinete estava ao gosto do Actual director, mas ela já não estranhava. Dirigiu-se logo ao quadro de Albus Dumbledore.
- Sybill? A que devo a honra a esta bela visita matinal? – Perguntou o quadro do velho director mal viu a professora.
A profetisa respirou fundo e começou a entoar as seguintes palavras:
- O poder mais velho que o tempo será despertado… Aqueles a quem a cobra marcará serão os escolhidos. Filho do Salvador ele será… Mas ela das trevas nascerá… E com a marca um portal dos mortos se abrirá… Quando a cobra abrir a boca aí… O mundo vai mudar…
Um silencio profundo instalou se na sala até que o director abriu a boca.
- Avisa o Harry… É o filho dele.





Última edição por Magic em Dom Nov 11, 2012 10:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Trama

Mensagem por Joana B. Potter em Ter Mar 27, 2012 2:42 pm




»A Trama Completa}

Londres, 11 de Junho de 2004



Era uma tarde escura em Londres. Pedro Soares, um devorador da morte activo, chegara esta tarde de volta ao seu país. Andara á procura de duas crianças marcadas. Mas durante estes 8 meses que andou fora, não conseguira acha-las.
Decidiu parar num bar antes de voltar a sua casa. Alem disso num bar sempre se obtêm informações úteis.
- Um Whisky de Fogo. – Pediu ele ao Barman enquanto olhava o bar. Uns bêbados a beberem, uns jogadores a jogar e dois homens do ministério fardados. Foi neles que, Soares prestou atenção.
- Ouviste a noticia, Andrews? – Perguntou ao seu parceiro um dos homens.
- Das crianças? Oh claro, que sim! Não se fala de outra coisa pelas ruas! Um Potter e uma Black nascerem no mesmo dia com as mesmas marcas estranhas! Sabes o meu avô andou com os Marotos na escola, e…
Soares não ouviu mais nada. Saio disparado para a rua e começou a pensar:
O filho do Potter nasceu com a marca. E uma Black… mas a única Black viva é a Clarie…
- Clarie… - Disse com raiva – Sua traidora!
A criança era sua filha. O bebé que Clarie Black dissera que estava á espera logo depois que ele lhe contou que ia á procura das crianças. A mesma criança que ele não teve interesse em conhece, ou ouvir falar.
Um plano começou a passar-lhe pela cabeça. Iria matar Clarie e levar a criança para ser criada por uma devoradora. E depois só bastava apanhar o
filho do Potter. E o seu mestre podia voltar.
Logo, apartou á frente da porta da casa e abriu-a com um pontapé. Logo á sua frente estava Clarie, a filha escondida de Sirius Black com uma americana. As lágrimas caíam por aqueles olhos azuis que ele outrora amara, enquanto ela tapava as escadas.
- Pedro, por favor! – Implorou a jovem mãe a chorar, sabendo o que seria o futuro da filha.
- Devias ter me contado, Clarie… – Disse ele com a voz fria – Afinal de contas… Ela é minha filha…
- Tu ias lhe fazer mal! Ela é só um bebé! – Gritou ela ainda a chorar.
- Um bebé poderoso…
Clarie há muito tempo que sabia que ele havia mudado. Já não era o rapazinho decidido e que lhe enchera o dormitório de flores e que fazia planos para o futuro dos dois.
- Antes tu sonhavas com isto! Querias casar comigo e ter uma menina linda como eu!
Soares não se afectou por estas palavras e aproximou-se dela olhando-a atento e frio.
- As pessoas mudam…
- Mas eu continuo a amar-te! – Disse ela pondo as mãos no peito dele.
- Adeus Clarie…
E sem uma pinga de remorso ele entoou as palavras que lhe ceifaram a vida. Aquele homem, aquele homem mais frio que o próprio gelo, passou
por cima do corpo da mulher que noutros tempos amara e subiu as escadas para o quarto que ele sabia que era da menina. Antes de abrir a porta ouviu um choro e quando a abriu viu uma mulher ruiva com a menina ao colo.
- Sophia… Tinhas de ser tu… Dá-me a miúda! – Ordenou ele, olhando para a melhor amiga da sua ex-esposa.
- Tu vais pagar por tudo, Pedro. Por o que fizeste á Clarie e a esta menina!
- Ultimo aviso. Dá-me a miúda!
Ela olhou-o com raiva e apertou a menina contra si que ainda chorava.
- Quando o Inferno congelar!
E foi aqui que, Pedro Soares, vira a sua filha pela última vez durante muitos anos.





Última edição por Joana B. Potter em Dom Maio 05, 2013 2:37 pm, editado 2 vez(es)






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Re: Trama

Mensagem por Magic em Dom Nov 11, 2012 10:14 pm




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Harry Potter estava nervoso. Talvez preocupado é a melhor palavra para descrever o estado "menino-que-sobreviveu". Ele estava na sua casa em Grodic Hallow com a sua mulher, Ginny Potter, e os seus cunhados, Ron e Hermione Weasley.
- Harry? – Chamou Hermione pondo a mão no ombro dele – A Clarie vai ficar bem... O Pedro não vai fazer nada contra elas…
Harry suspira e olha a sua quase irmã.
- Eu prometi ao Sirius que tomava conta dela… - Olha rápido para Ginny com o pequeno James ao colo – E depois tenho eles…
Hermione olhou-o com pena e abraçou-o.
- Ela não tarda esta aqui! Ninguém vai fazer mal á nossa família.
Ele sorriu-lhe e ouviu-se um som de aparatação. Era Sophie. Uma das melhores amigas de Clarie e Ginny, a madrinha da filha de Clarie. Mal ela apareceu ouviu-se dois choros na sala.
- ELE MATOU-A! – Gritou Sophie não ligando para o resto começando a soluçar. Ron e Ginny correram para ao pé deles enquanto Joana e James Gritavam a pulmões abertos.
Harry deu um passo para trás congelado.
- Não… - Sussurrou com os olhos paralisados em Joana.
- Ele vem atrás de mim! – Disse a rapariga com a bebe ao colo – Vocês prometeram que cuidavam da Joana se algo lhe acontece! – Ela pôs a criança no colo de Hermione.
- Sophie! Explica-te! Por Favor! – Pediu Ginny tentando que James parasse no seu colo.
Sophie fechou os olhos tentando controlar a voz, falando por cima dos choros dos pequenos.
- A Clarie sabia que o Pedro voltava hoje... – Começou ela com o olhar fixo em Joana – Ela acreditou mesmo que ele não iria fazer mal á bebé, mas mesmo assim eu fiquei lá com ela. O plano era simples… Eu ficava no quarto com a Joana e ela ia lá a baixo falar com ele... – Sophie soluçou mas mesmo assim continuo a contar o episodio sucedido – Eu sempre senti que algo de mal ia acontecer, e eu sei que a Clarie também! Mas mesmo assim preferiu ir ter com ele e…e…e…e…- A Mulher já não conseguiu mais e começou a chorar desalmadamente. Ela hoje tinha perdido uma irmã. – El…Ele…Ma..Ma…Matou-a!
Sophie parou de falar. E na sala dos Potter não se ouvia nada para alem do choro dos bebés. Até que Ginny deu um passo á frente fazendo com que as mãos de James e Joana se tocassem. E o que espantou todos os que estavam naquela sala, mais do que estes já estavam, foi que os dois bebés, que nem segurar a cabeça conseguiam, pegaram na maão um do outro e calaram-se. Todos ficaram assim durante um tempo. Só os pequenos é que sorriam com as mãos dadas, sem mais chorarem.
- Harry… - Sussurrou Sophie – Ele pensa que eu a tenho… Eu não posso ficar com ela.
Harry não disse nada, ficou só a olhar para o seu filho e para a afilhada. Ele prometera a Clarie que cuidaria da bebé se lhe acontecesse algo mas… Cuidar de dois bebés não era nada fácil.
- Harry? – Chamou Ginny olhando o semblante do marido – Nós ficamos com ela certo?
Ele ficou a olhar para a esposa durante um bocado.
- Tu não te importas?
Ginny sorriu e depois olhou o filho e a sua nova filha.
- Não é como se nós pudéssemos os separar agora.
E Aí nasceu Joana Filipa B. Potter.



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Re: Trama

Mensagem por Magic em Qua Nov 14, 2012 4:24 pm




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Casa dos Potter, 11 de Julho de 2009

Passados 5 anos, James Sirius Potter e Joana Black Potter já se encontravam com 5 anos e a vida era bela e feliz para as duas crianças.
Toda a gente, de dentro e de fora da família, jurava que eles eram gémeos e ninguém pensava o contrário. O rapaz tinha cabelo pretos sempre despenteado, olhos castanhos e um sorriso traquina sempre na cara. A menina não era muito diferente… Olhos castanhos chocolates, cabelo preto ondulado e o sorriso idêntico ao do "irmão". Nem eles, nem os novos membros da família e o resto do mundo sabiam que eles não eram gémeos. Porque quem os olhasse não se atrevia a pensar o contrario.
É de pensar que estes dois são os irmãos mais chegados e unidos do mundo. Mas é mentira, algumas vezes James só gostava de brincar á caça á Snitch, mas Joana, sendo mais baixa e menina não consegui apanha-la e afastava se sempre do irmão.
Joana por sua vez não gostava de brincar com Albus por ele ser "pequeno" de mais, e não gostava de brincar com Lily por ela ser "menina" de mais. E isso fazia Joana muitas vezes ficar sentada perto de uma arvore a olhar para o céu.
Num desses dias ela estava ainda mais aborrecida do que o normal, já que James brincava com o primo Fred e a Snitch e ela ficava ali sozinha. Hoje, nem ela sabia bem porque, alem de estar aborrecida estava triste. Sentia no seu pequeno coração uma dor e de um momento para o outro começou a chorar baixinho.
- Meninas bonitas não devem chorar… - Ela, ainda com os olhos a vermelhos e lágrimas a caírem lhe pela cara, virou-se para onde a voz vinha. Ao seu lado estava um menino de quatro anos, com uma cabelo loiro um pouco acastanhado e olhos azuis a olha lá com as bochechas um pouco rosadas. Ela, já orgulhosa naquela idade, limpou as lágrimas e olhou-o, perguntando-lhe:
- Quem és tu?
O menino olhou em redor e depois limpou a mão aos calções oferecendo-a.
- Scorpius – Disse ele sorrindo – Entrei pelo buraco.
Joana olhou o buraco na cerca e depois olhou o menino desconfiada.
- O meu pai diz para eu não falar com estranhos…
O pequeno olhou Joana e encolheu os braços.
- O meu papa também diz isso! Mas eu já te disse o meu nome… por isso não sou mais estranho… certo? – A menina olhou ainda desconfiada para ele mas depois apertou lhe a mão.
- Joana Potter.
Scorpius, num acto de ser um bom menino como o seu pai lhe ensinara, pegou na mão dela e deu lá um beijinho, fazendo Joana corar.
- Então… queres brincar? – Ofereceu ela. Ele olhou para o buraco da cerca.
- Posso chamar o meu mano? Ele é maior que eu mas também pode brincar!
Joana encolheu os ombros.
- Ta bem… - Dito isto, Scorpius entrou novamente pelo buraco. Passado uns segundos aparece James ao lado de Joana.
- Quem era ele?
A menina dá um salto com o susto e vira se para o irmão.
- Jamie! – Chateada - Não me assustes!
- O pai disse que não podíamos falar com estranhos! – O irmão da menina cruza os braços com cara de mandão.
- Ele não é estranho! – Argumentou Joana – Chama-se Scorpius!
James abre muito a boca, chocado.
- É um Malfoy!
Joana pôs se a pensar… O nome Malfoy não lhe era estranho… Ela também nunca ligava muito ao que o pai dizia, mas conhecia o nome. E de repente lembrou-se.
- O pai não nos deixa brincar com eles! Mas… - Ela cruza os braços e faz a terrível posse de mimada – Ele quer brincar comigo! E não é mau!
- Mas o pai disse… - James foi cortado quando uma bola aparece a frente deles.
- Não consegues fazer isto Scorp! – Um Rapaz da altura de James loiro aparece a correr no quintal e começa a dar chutes na bola.
James e Joana olham o rapaz e logo aparece Scorpius atrás.
- Cold! Não faças isso!
Mas o rapaz não ouviu e a bola vai logo bater numa janela da casa dos Potter. E la de dentro só se ouve:
- JOANA E JAMES POTTER!
Os gémeos entreolharam se e engoliram seco.
- Sim mama?



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